Ame moi que je t'aime
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Ame moi que je t'aime
A cada visto seu é uma rosa, beleza natural, o jeito mais meigo e finos que uma sensibilidade traça sobre pequenas curvas de expressões, expressões do seu sorriso. A cada espinho é uma dor, a dor de ficar sem você, de não ouvir o que o vento soa para mim. A queda de uma pétala sobre uma lagrima sofrida de uma tristeza elucida sobre um blackout sem fim.
Ame-mequeeuteamo.
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Mas todo mundo deveria ter um amor verdadeiro.
A Culpa é das Estrelas.

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Vou caminhar,
talvez encontre
algum motivo
bom para
viver.
Vinicius Cinereo 
Que tonta
garota,
pensa que
escrevendo
suas dores irão acabar.
Vinicius Cinereo 
Uma coisa ela havia aprendido: a vida raramente segue nossos planos.
Uma curva na estrada.
416
Nunca me senti bem sozinho:
às vezes era bom,
mas nem sempre.
Charles Bukowski 
e se você tem a capacidade de amar
ame primeiro a si mesmo
mas esteja sempre alerta para a possibilidade de uma
derrota total
mesmo que a razão para essa derrota
pareça certa ou errada.
Charles Bukowski, O amor é um cão dos diabos 
129
Vai lá otaria, manda mais uma mensagem, como se ele não tivesse recebido todas as ultimas. Enche a caixa de entrada do celular dele, como se isso fosse fazê-lo sentir algo por você além de enjoo. Enjoo do teu exagero, enjoo de quem insiste em dançar sem musica, sem ritmo, sem dança, sem pista, sem par, que tal se valorizar?
Tati Bernardi.
Por que há tão poucas pessoas interessantes? Em milhões, por que não há algumas? Devemos continuar a viver com esta espécie insípida e tediosa (…) O problema é que tenho que continuar a me relacionar com eles. Isto é, se eu quiser que as luzes continuem acesas, se eu quiser consertar esse computador, se eu quiser dar a descarga na privada, comprar um pneu novo, arrancar um dente ou abrir a minha barriga, tenho que continuar a me relacionar. Preciso dos desgraçados para as menores necessidades, mesmo que eles mesmos me causem horror. E horror é uma gentileza.
Charles Bukowski, O capitão saiu para o almoço e os marinheiros tomaram conta do navio
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Vulto em minha corte cria intrigas palacianas, vulto em minha mente cria intrigas parnasianas, branco sorriso, lúgubres entranhas. Faço cúmplice uma estranha, eu luto, eu berro, esmurro a parede imaginária, derrubo a luminária vendo a sombra de Otelo, sem forças me ajoelho e rogo: Não macule o belo!
— Transtorno Poético, trecho de “Ciúmes”. 
23
Eu chorei minha infinidade de coisas e o medo de você não querer abrir os mais de um milhão de baús que existem escondidos na caixa cerrada que eu guardo embaixo do meu peito.
Tati Bernardi.  
Penso em ficar só, mas minha natureza pede diálogo e afeto.
Lya Luft 
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